Após duas semanas de competição na América do Sul o Dakar 2017 chegou ao seu final novamente com os pilotos portugueses em destaque. Num ano onde estiveram 11 pilotos no palanque de partida registaram-se os abandonos de Luis Portela de Morais e David Megre, ambos devido a quedas, mas os restantes nove fecharam a prova em Buenos Aires na Argentina e com destaque pleno para as cores portuguesas pois entre os dez melhores estiveram dois lusos.
Paulo Gonçalves foi o melhor dos pilotos portugueses ao terminar a prova na sexta posição final, sendo que entre os dez melhores terminaram igualmente Hélder Rodrigues, em nono, e Joaquim Rodrigues Jr. no décimo segundo posto, sendo este igualmente o segundo melhor dos estreantes.
Mário Patrão foi o vigésimo após um Dakar onde esteve integrado na equipa oficial da KTM com forte contribuição no resultado final da equipa austríaca, que venceu pelo 16º ano consecutivo. Coube a Mário Patrão a assistência e manutenção ás motos da equipa oficial aquando das etapas maratona e foi ele a ‘sombra’ de Sam Sunderland, o vencedor da corrida.
Na 26ª posição e segundo na classe Maratona o estreante Gonçalo Reis confirmou que Portugal tem uma nova geração de pilotos capazes de subir na hierarquia da modalidade, algo confirmado pelo 42º lugar de Fernando Sousa Jr. e também pelas excelentes prestações de Fausto Mota (49º), Rui Oliveira (53º) e Pedro Bianchi Prata, o 57º depois de um Dakar onde foi igualmente o ‘anjo da guarda’ dos pilotos da Honda, chegando mesmo a transportar várias dezenas de quilos extra de peças e material para os mesmos durante as etapas-maratona.
Um Dakar difícil onde mais uma vez os pilotos portugueses mostraram toda a sua qualidade e rapidez.





















